Faleceu a 12 de Junho uma das principais figuras da análise marxista das relações internacionais em língua inglesa. Membro do conselho editorial da New Left Review, os seus textos e conferências, sempre apresentadas num inconfundível estilo coloquial, captaram de forma deslumbrante as relações entre o poder económico, político e militar no mundo moderno. Lê aqui o texto de Alda Sousa e outras informações sobre Peter Gowan.
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Estas eleições europeias confirmaram uma alargada abstenção popular. Cerca de 60% dos eleitores não foi às urnas. Por isso só é possível termos uma visão deformada da realidade da relação de forças na Europa. Mas a abstenção confirma a crise de legitimidade da União Europeia e dos partidos governantes que nela enquadram as suas políticas. Lê aqui o artigo de François Sabado.
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A preparação
do próximo Congresso Mundial desenrola-se num contexto marcado
por uma combinação sem precedentes de uma crise
económica global e de uma crise ecológica à
escala planetária. Este é um ponto de viragem
importante. Esta crise dual demonstra o falhanço do sistema
capitalista e coloca na agenda a reorganização e
reconstrução de um movimento de trabalhadores
anti-capitalista. Lê aqui a resolução preliminar para ao 16º Congresso da IV Internacional.
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O site marxists.org continua a divulgar alguns textos em português da editora Antídoto, publicados em Portugal nos anos 70 e 80. Desta vez trata-se de parte dum livro de Ernest Mandel, "A luta pela democracia socialista na União Soviética", que se debruça sobre o papel assumido por algumas correntes esquerdistas e estalinistas nas assembleias do pós-Maio de 68. O capítulo intitula-se "Sobre a Democracia Operária" e depressa se transformou num manifesto contra a ortodoxia no movimento comunista.
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O site marxists.org continua a divulgar alguns dos livros publicados pela Editora Antídoto nos anos 70 e 80. Reproduzimos aqui parte do livro "Teoria marxista do Estado", de Ernest Mandel, publicado em 1977 e um dos textos políticos de referência deste economista marxista.
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Não faltou publicidade em torno da cimeira dos 20 países
industrializados e emergentes (G20) reunidos em Londres dias 1 e 2 de
Abril para buscar soluções à crise. Mas bem antes do encerramento da
cimeira, as conclusões são conhecidas: o G20 não estará à altura do
desafio. Lê aqui o texto de Éric Toussaint e Damien Millet.
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Voltar ao Estado social e às receitas keynesianas significaria
reconstruir o que fora destruído. Mas ainda que tal fora possível numa
economia mundializada, isto apenas traria de volta as nossas sociedades
ao ponto de partida anterior. O capitalismo não teria de forma alguma
resolvido o seu problema insuperável, que é o de produzir de maneira
anárquica e em sobre-capacidade. Lê aqui o texto de Daniel Bensaïd e Olivier Besancenot.
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Este texto pretende analisar as formas em que nos países
sub-desenvolvidos o controle social permite facilitar o ataque aos
recursos estratégicos, lugares onde a luta pela vida, o desespero e a
impunidade passeiam de mãos dadas, elementos fundamentais para que a
"harmonia" do sistema capitalista prevaleça. Não há espaço para os
direitos humanos, para a ecologia nem para os direitos dos povos, sejam
indígenas, sejam mestiços, sejam pobres... Tudo vale para tomar posse
daqueles que poderão ser os últimos recursos estratégicos na região. Lê o artigo de João Ricardo Gomes, na Guatemala
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